domingo

Delírios


Imagem - Cláudio Souza Pinto
O teu corpo dança
A valsa envolvente
Em êxtase, delírios...
Dos que amam perdidamente.

Abrem-se os braços
Flutuas, fragmenta-se
Lança-te aos sonhos
Transmuta-se suavemente.

E no silêncio a valsa
O som do corpo sublimado
Tão leve paira
Dissipa-se inebriado.

A Valsa que danças
Levou-te ao infinito
Fez-te ouvir (in)ternamente:
Voemos - és espírito!(Carlos Barros)

8 comentários:

Ana disse...

Uma beleza este seu poema, Carlos!

Tatiana disse...

Quanta leveza em seu versejar!

A dança das palavras encantam o coração!

Um abraço carinhoso

frAgMenTUS disse...

só o espírito poderá realmente voar, em liberdade :)

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Delírios das Borboletas disse...

lindo1lindo!!!!!!!amei seu poema.
beijos

Brisa em ti disse...

Voemos, és espírito...ou brisa!
Poesia bonita nesta madrugada lusa.

Fragmentos Intemporais disse...

Sou espírito livre que voa
Rasgando o negro céu estrelado
Dissipo levemente na brisa
Este meu corpo cansado

Cansado de tanto amar
Em memória de momentos
Deixo o pensamento voar
Apago velhos tormentos

E numa dança intemporal
Mil sons irei ouvir
São pedaços na minha alma
Fragmentos do meu sentir

Obrigado pela visita e pela oportunidade que me deu para conhecer este seu espaço maravilhoso!

Beijos mil, mil vezes intemporais...

Emília Araruna disse...

Lindo, parabéns, este poema é a verdadeira tradução de um encontro de almas...

EA